Olá caros amigos leitores,
Estamos
de volta, depois de um tempo afastados, para falar de uma coisa que é muito
importante para o brasileiro, o futebol. Peço as amigas leitoras que continuem
essa leitura. Peço isso porque sei que muitas mulheres não gostam de futebol, mas
insisto que continuem aqui.
No
final de 2013, nós brasileiros nos deparamos com um dilema no final do
campeonato brasileiro de futebol. Aliás, seria um dilema ou seria um “trilema”?
Bem, seja o que for merece toda nossa atenção. Imagine você, quando liga sua
TV e se depara com uma notícia que envolve qualquer tipo de contravenção, roubo, assalto, homicídio. Qual seria o seu maior desejo? Vou
dizer o que eu mais desejaria se estivesse no seu lugar, assistindo a isso. O meu
maior desejo é que fosse feito justiça, Concordam comigo? Pois bem, Portuguesa de
Desportos e Flamengo, aliás, esse último, time de coração desse que vos fala,
infringiram as regras do Brasileirão 2013, escalando atletas que estavam
suspensos, ou seja, que estavam irregulares e que não poderiam ser escalados.
Pelo regulamento do campeonato essa infração é passível da seguinte punição,
perda de três pontos e perda dos pontos conseguidos nas referidas partidas onde
os jogadores irregulares participaram. Ambas as equipes, acima citadas,
empataram seus jogos em questão, ou seja, cada uma ganhou 1 ponto, e juntando
com os 3 pontos, já descritos acima, cada um dos dois clubes perdeu 4 pontos.
No caso do rubro-negro carioca (Flamengo), fora a perda dos pontos, nenhum
prejuízo maior. Já quanto ao clube paulista (Portuguesa), a perda dos pontos
fez com que a equipe caísse, na tabela de pontuação, de 48 para 44 pontos,
ficando assim, atrás do Fluminense, na zona de rebaixamento para a série B do
campeonato Brasileiro. Pronto, tava armado o circo. O STJD, Supremo Tribunal de
Justiça Desportiva, no último dia 27, fez valer, no pleno, a decisão que tinha
sido declarada no primeiro julgamento.
Vou
lhes contar uma historinha que alguns de vocês já sabem por que vivenciaram
aquela época, porém, outros, a exemplo do meu filho mais velho, só sabem por
ouvirem falar. No ano 2000, ao invés de ser realizado o Campeonato Brasileiro,
foi feita uma competição (Copa João Havelange) que reuniu clubes de várias
divisões nacionais, o que levou o Fluminense a subir da 3ª divisão para a
primeira, não tendo que disputar a segunda divisão, todo mundo, inclusive eu,
vimos ali mais uma virada de mesa. É bom deixar bem claro q não foi só o clube
carioca (Fluminense) a ser beneficiado. Outros clubes também gozaram dessa
artimanha. E também não podemos aqui, ser levianos e dizer q foi feito isso apenas
para beneficiar um ou outro clube. Naquela ocasião a CBF, por ordem jurídica,
teve que realizar a competição dessa forma. Mas, voltemos ao presente.
Baseado
nisso, alguns jornalistas, torcedores, dirigentes e apresentadores, se
aproveitam para se promover a custa de uma coisa que é de fácil solução. Ora,
se eu ou você, meu caro amigo leitor, cometermos uma infração, temos que pagar
por nosso erro. Por que não fazer isso também nesse caso. Tapetão? Virada de
mesa? Que nada. Justiça. Concordo que mexer no resultado de campo é imensamente
ruim para qualquer esporte. E se por acaso não quiserem mexer nos resultados,
para o campeonato de 2013, vai aqui minha solução. Essa aqui vai para os
aproveitadores de plantão (jornalistas, dirigentes, apresentadores e
torcedores). Por favor, quando forem falar disso por ai, sejam honestos, digam
quem foi que deu a ideia. Atenção senhores dirigentes e STJD, mantenham o
resultado de campo e façam com que Portuguesa e Flamengo percam seus pontos no
brasileirão 2014. Eles já começaram a competição com 4 pontos de déficit. Se ao
final do campeonato Flamengo conseguir 60 pontos e a Portuguesa 70, que sejam
descontados os 4 pontos de cada um. Flamengo terminaria com 56 e Portuguesa com 66
pontos.
Pronto, esta aí uma maneira de se fazer justiça e de não mexer no que foi alcançado dentro das quatro linhas.
Cabeça ficou para ser usada.
Pronto, esta aí uma maneira de se fazer justiça e de não mexer no que foi alcançado dentro das quatro linhas.
Cabeça ficou para ser usada.