quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Revolução das urnas

Caros amigos e leitores do nosso blog, há um ano, um ano e meio atrás, vivíamos a “euforia das ruas”. Feito revolucionários, saímos às ruas das principais cidades de nosso país com um único objetivo, reclamar e protestas contra a corrupção e a falta de caráter de alguns políticos.
Nos dizendo “sem partido”, exigimos direitos que nos são negados e serviços públicos de má qualidade. Naquela ocasião, como pôde ser visto, revisto, lido e relido em nosso blog, reclamamos de uma coisa maior que estava faltando, o nosso dever. É incrível como reclamamos que temos direitos, mas não lembramos que atrelado a ele vem o dever.
Fomos às ruas, e junto também foram os aproveitadores de plantão (baderneiros) para fazerem arruaças, quebra-quebra e causar pânico na sociedade. O que nós mais falamos aqui, nesse blog, foi da intolerância de quem tinha o “comando” dos protestos. Aliás, quem eram mesmo os cabeças desses protestos? Eles, com seu senso de “15 minutos de fama”, foram incapazes de perceber que o verdadeiro povo, aquele que trabalha, que não pode está na rua de “folguinha”, era o maior prejudicado de tudo isso.
Aproveitamos aquele momento para lembrar a todos que o verdadeiro protesto deveria ser feito nas urnas, agora em 2014. Chegou à hora. Quem está mais preparado? Quem pode nos “garantir” um futuro mais promissor, com economia mais forte e crescimento econômico compatível com o mercado consumidor que temos? Ou será que vamos continuar sendo o país das bolsas?
Queremos ser o país da moeda forte, mercado em crescimento e inflação baixa. Temos que exorcizar o fantasma da inflação, que foi, agora no no mês de setembro, a mais alta desde 2011. Entre os países da BRIC, somos a penúltima economia, só ganhamos da Rússia que passa por uma recessão econômica.
Para que termos 15 minutos de fama, vaiando líderes políticos em eventos públicos, ou indo as ruas fazer baderna e quebra-quebra se podemos ter anos mais promissores economicamente? Dia 26 de outubro está chegando. É hora da verdadeira revolução. Não sejamos leões na hora de protestar e asnos na hora de votar.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Futebol, virada de mesa, jeitinho brasileiro ou simplesmente, JUSTIÇA?


Olá caros amigos leitores,
Estamos de volta, depois de um tempo afastados, para falar de uma coisa que é muito importante para o brasileiro, o futebol. Peço as amigas leitoras que continuem essa leitura. Peço isso porque sei que muitas mulheres não gostam de futebol, mas insisto que continuem aqui.
No final de 2013, nós brasileiros nos deparamos com um dilema no final do campeonato brasileiro de futebol. Aliás, seria um dilema ou seria um “trilema”? Bem, seja o que for merece toda nossa atenção. Imagine você, quando liga sua TV e se depara com uma notícia que envolve qualquer tipo de contravenção,  roubo, assalto, homicídio. Qual seria o seu maior desejo? Vou dizer o que eu mais desejaria se estivesse no seu lugar, assistindo a isso. O meu maior desejo é que fosse feito justiça, Concordam comigo? Pois bem, Portuguesa de Desportos e Flamengo, aliás, esse último, time de coração desse que vos fala, infringiram as regras do Brasileirão 2013, escalando atletas que estavam suspensos, ou seja, que estavam irregulares e que não poderiam ser escalados. Pelo regulamento do campeonato essa infração é passível da seguinte punição, perda de três pontos e perda dos pontos conseguidos nas referidas partidas onde os jogadores irregulares participaram. Ambas as equipes, acima citadas, empataram seus jogos em questão, ou seja, cada uma ganhou 1 ponto, e juntando com os 3 pontos, já descritos acima, cada um dos dois clubes perdeu 4 pontos. No caso do rubro-negro carioca (Flamengo), fora a perda dos pontos, nenhum prejuízo maior. Já quanto ao clube paulista (Portuguesa), a perda dos pontos fez com que a equipe caísse, na tabela de pontuação, de 48 para 44 pontos, ficando assim, atrás do Fluminense, na zona de rebaixamento para a série B do campeonato Brasileiro. Pronto, tava armado o circo. O STJD, Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, no último dia 27, fez valer, no pleno, a decisão que tinha sido declarada no primeiro julgamento.
Vou lhes contar uma historinha que alguns de vocês já sabem por que vivenciaram aquela época, porém, outros, a exemplo do meu filho mais velho, só sabem por ouvirem falar. No ano 2000, ao invés de ser realizado o Campeonato Brasileiro, foi feita uma competição (Copa João Havelange) que reuniu clubes de várias divisões nacionais, o que levou o Fluminense a subir da 3ª divisão para a primeira, não tendo que disputar a segunda divisão, todo mundo, inclusive eu, vimos ali mais uma virada de mesa. É bom deixar bem claro q não foi só o clube carioca (Fluminense) a ser beneficiado. Outros clubes também gozaram dessa artimanha. E também não podemos aqui, ser levianos e dizer q foi feito isso apenas para beneficiar um ou outro clube. Naquela ocasião a CBF, por ordem jurídica, teve que realizar a competição dessa forma. Mas, voltemos ao presente.
Baseado nisso, alguns jornalistas, torcedores, dirigentes e apresentadores, se aproveitam para se promover a custa de uma coisa que é de fácil solução. Ora, se eu ou você, meu caro amigo leitor, cometermos uma infração, temos que pagar por nosso erro. Por que não fazer isso também nesse caso. Tapetão? Virada de mesa? Que nada. Justiça. Concordo que mexer no resultado de campo é imensamente ruim para qualquer esporte. E se por acaso não quiserem mexer nos resultados, para o campeonato de 2013, vai aqui minha solução. Essa aqui vai para os aproveitadores de plantão (jornalistas, dirigentes, apresentadores e torcedores). Por favor, quando forem falar disso por ai, sejam honestos, digam quem foi que deu a ideia. Atenção senhores dirigentes e STJD, mantenham o resultado de campo e façam com que Portuguesa e Flamengo percam seus pontos no brasileirão 2014. Eles já começaram a competição com 4 pontos de déficit. Se ao final do campeonato Flamengo conseguir 60 pontos e a Portuguesa 70, que sejam descontados os 4 pontos de cada um. Flamengo terminaria com 56 e Portuguesa com 66 pontos.
Pronto, esta aí uma maneira de se fazer justiça e de não mexer no que foi alcançado dentro das quatro linhas.
Cabeça ficou para ser usada.