Caros amigos
e leitores do nosso blog, há um ano, um ano e meio atrás, vivíamos a “euforia
das ruas”. Feito revolucionários, saímos às ruas das principais cidades de
nosso país com um único objetivo, reclamar e protestas contra a corrupção e a
falta de caráter de alguns políticos.
Nos dizendo
“sem partido”, exigimos direitos que nos são negados e serviços públicos de má
qualidade. Naquela ocasião, como pôde ser visto, revisto, lido e relido em
nosso blog, reclamamos de uma coisa maior que estava faltando, o nosso dever. É
incrível como reclamamos que temos direitos, mas não lembramos que atrelado a
ele vem o dever.
Fomos às
ruas, e junto também foram os aproveitadores de plantão (baderneiros) para
fazerem arruaças, quebra-quebra e causar pânico na sociedade. O que nós mais
falamos aqui, nesse blog, foi da intolerância de quem tinha o “comando” dos
protestos. Aliás, quem eram mesmo os cabeças desses protestos? Eles, com seu
senso de “15 minutos de fama”, foram incapazes de perceber que o verdadeiro
povo, aquele que trabalha, que não pode está na rua de “folguinha”, era o maior
prejudicado de tudo isso.
Aproveitamos
aquele momento para lembrar a todos que o verdadeiro protesto deveria ser feito
nas urnas, agora em 2014. Chegou à hora. Quem está mais preparado? Quem pode
nos “garantir” um futuro mais promissor, com economia mais forte e crescimento
econômico compatível com o mercado consumidor que temos? Ou será que vamos
continuar sendo o país das bolsas?
Queremos
ser o país da moeda forte, mercado em crescimento e inflação baixa. Temos que
exorcizar o fantasma da inflação, que foi, agora no no mês de setembro, a mais alta desde 2011. Entre os países da
BRIC, somos a penúltima economia, só ganhamos da Rússia que passa por uma recessão econômica.
Para que
termos 15 minutos de fama, vaiando líderes políticos em eventos públicos, ou indo as ruas fazer
baderna e quebra-quebra se podemos ter anos mais promissores economicamente? Dia 26
de outubro está chegando. É hora da verdadeira revolução. Não sejamos leões na
hora de protestar e asnos na hora de votar.
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