Caros
amigos leitores do MUNDO CONTEMPORÂNEO,
Depois de
um ano inteiro, depois de passar 2015 sem publicar nada em nosso blog, porque,
achava eu, que não valia mais apena gastar tempo escrevendo textos e discutindo
assuntos que as pessoas não estavam a fim de fazê-los, resolvi, depois de ver o
descaso dos políticos com o povo brasileiro, escrever mais este artigo.
Confesso que não sei dizer se será o último ou não. Em todo caso peço a todos
que leiam com atenção e reflitam sobre o assunto.
Como
pessoas civilizadas, temos que manter, acima de tudo, uma imparcialidade sobre
qualquer questão, seja ela de cunho religioso, cultural, político etc., o que
não podemos é ser intolerante com coisas que nos comprometam como cidadãos. Fazer
isso é ser compassivo com o que acontece de errado.
Há dois
anos vem sendo investigado um caso de corrupção na PETROBRÁS, a qual foi
intitulada de LAVA JATO, e que envolve políticos, ex políticos, empresários e
funcionários públicos. Pessoas, antes desconhecidas do grande público, se
tornaram personagens importantes de uma verdadeira trama, típica de um bom
filme de máfia hollywoodiano. Por outro lado, velhos conhecidos do povo
brasileiro, de situações no mínimo nebulosa, protagonizam mais uma história
macabra da política no Brasil. A cada dia que se passa novas cenas de terror
vão surgindo e mostrando para o Brasil, que tudo isso é apenas a ponta do
iceberg.
E o povo
brasileiro, e nós, como ficamos e onde ficamos? Aonde nos encaixamos nisso
tudo? Será que continuaremos sendo meros expectadores de tudo que está
acontecendo?
Eu, na
minha insignificância diante de todos esses personagens citados, sou um
defensor da democracia, como você, meu amigo e minha amiga leitora também é.
Somos contra golpes, falcatruas, roubalheiras, mentiras e tudo que possa nos
fazer parecer mais bobos do que já nos fazem sentir ser.
Ninguém é
mais do que ninguém, ninguém está acima da lei. Todo mundo pode ser
investigado, todo mundo pode e deve ser condenado ou punido por algo que fez ou
está fazendo de errado, se comprovado culpa ou envolvimento. Não é porque fiz
algo de bom que eu possa enganar e cometer qualquer crime. O bom capitão é
responsável por sua tropa, e ela não pode, jamais, voltar sem seu comandante,
antes, tem que protegê-lo. O último a pular de um navio a deriva é seu capitão.
Por tanto, se o comandante não souber o que se passa com sua tropa ou em seu
navio, ele não merece usar esse título.
Como
cidadãos brasileiros, que pagamos nossos impostos, que cumprimos, rigorosamente
nossos deveres, temos que ser protagonistas da História que hora está sendo
tecida. Não podemos deixar, mais uma vez, que a impunidade seja chamada ou
confundida com justiça. Temos que parar com esse pensamento insano de
militantes de bandeiras e siglas. A nossa bandeira é verde, amarela, azul e
branca, com uma frase que nos orgulha de sermos filho dessa nação e nos diz
muito do que somos.
Antes de
sermos Lulas, Fernandos, Dilmas ou Aécios, precisamos ser mais Moros. Se não o
podemos ser como ele é no seu dia-a-dia, que o sejamos nas ruas. Vamos gritar
nas avenidas, nas praças, nas esquinas de nossas cidades que podemos e devemos ser
ouvidos, que nossa vontade de democracia é imenso, mas, que nossa vontade de se
fazer justiça é ainda maior.
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